TAREFA DA SEMANA: NÃO SEJA EGOÍSTA! RECEITA CONTRA O EGOÍSMO Procure esquecer o lado escuro da personalidade do próximo. Aprenda a ouvir com calma os longos apontamentos do seu irmão, sem o impulso de interromper-lhe a palavra. Olvide a ilusão de que seus parentes são as melhores pessoas do mundo e de que a sua casa deve merecer privilégios especiais. Não dispute a paternidade das idéias proveitosas, ainda mesmo que hajam atravessado o seu pensamento, de vez que a autoria de todos os serviços de elevação pertencem, em seus alicerces, a Jesus, nosso Mestre e Senhor. Não cultive referências à sua própria pessoa, para que a vaidade não faça ninho em seu coração. Escute com serenidade e silêncio as observações ásperas ou amargas dos seus superiores hierárquicos e auxilie, com calma e bondade, aos companheiros ou subalternos, quando estiverem tocados pela nuvem da perturbação. Receba com carinho as pessoas neurastênicas ou desarvoradas, vacinando o seu fígado e a sua cabeça contra a intemperança mental. Abandone a toda espécie de crítica, compreendendo que você poderia estar no banco da reprovação. Habitue-se a respeitar as criaturas que adotem pontos de vista diferentes dos seus e que elegeram um gênero de felicidade diversa da sua, para viverem na Terra com o necessário equilíbrio. Honre a caridade em sua própria casa, ajudando, em primeiro lugar, aos seus próprios familiares, através do rigoroso desempenho de suas obrigações, para que você esteja realmente habilitado a servir ao Mundo e à Humanidade, hoje e sempre. André Luiz - (Do livro “Marcas do Caminho”, Francisco Cândido Xavier) Fonte: http://espiritananet.blogspot.com.br/2008/06/receita-contra-o-egosmo.html
O que você
faz quando está com dor de cabeça, ou quando está chateado?
Será que
existe algum remédio para aliviar a maioria dos problemas físicos e emocionais?
Pois é,
durante muito tempo estivemos à procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse,
que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doenças, que curasse
nossa depressão e que nos aliviasse do estresse.
Sim, alguma
coisa que fortalecesse nossos laços afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a
adormecer tranquilos.
Encontramos!
O remédio já havia sido descoberto e já estava à nossa disposição. O mais
impressionante de tudo é que ainda por cima não custa nada.
Aliás, custa
sim, custa abrir mão de um pouco de orgulho, um pouco de pretensão de ser
autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem
depender dos outros.
É o abraço.
O abraço é milagroso. É medicina realmente muito forte. O abraço, como sinal de
afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos
contra doenças, curar a depressão, fortificar os laços afetivos.
O abraço é
um excelente tônico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida é bem mais suscetível
a doenças. O abraço diminui a depressão e revigora o sistema imunológico.
O abraço
injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abraçada sente-se
mais jovem e vibrante. O uso regular do abraço prolonga a vida e estimula a
vontade de viver.
Recentemente
ouvimos a teoria muito interessante de uma psicóloga americana, dizendo que se
precisa de quatro abraços por dia para sobreviver, oito abraços para manter-se
vivo e doze abraços por dia para prosperar.
E o mais
bonito é que esse remédio não tem contraindicação e não há maneira de dá-lo sem
ganhá-lo de volta.
* * *
Já há algum
tempo temos visto, colado nos vidros de alguns veículos, um adesivo muito
simpático, dizendo: Abrace mais!
Eis uma
proposta nobre: abraçar mais.
O contato
físico do abraço se faz necessário para que as trocas de energias se deem, e
para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.
O abraçar
mais é um excelente começo para aqueles de nós que nos percebemos um tanto
afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.
Só quem já
deu ou recebeu um sincero abraço sabe o quanto este gesto, aparentemente
simples, consegue dizer.
Muitos
pedidos de perdão foram traduzidos em abraços...
Muitos
dizeres eu te amo foram convertidos em abraços.
Muitos
sentimentos de saudade foram calados por abraços.
Muitas
despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abraço.
Assim,
convidamos você a abraçar mais.
Doe seu
abraço apertado para alguém, e receba imediatamente a volta deste ato
carinhoso.
Pense nisso!
Abrace mais você também.
Redação do
Momento Espírita, com base em palestras de
Alberto Almeida, na cidade de Matinhos, nos
dias 29, 30 e 31
de março de
2002 e no texto intitulado Um abraço, de autoria ignorada.
TAREFA DA SEMANA: AGRADECER! Gratidão - tudo depende do ponto de vista.
Vida, Natureza, família, semelhante, trabalho, chefe, prova, expiação, dor, sofrimento, enfermidade, saúde, amigo, inimigo, alegria, tristeza, situação financeira são alguns exemplos dos motivos de gratidão ou reclamação de nossa parte.
Qualquer coisa pode ser razão para agradecer ou reclamar, a depender do ponto de vista Costumamos reclamar de tudo. Quando chove, reclamamos do mau tempo; quando faz sol, reclamamos porque está quente; quando é noite, gostaríamos que fosse dia; quando é dia, nos incomodamos pelo desejo de que a noite chegue logo; se o tempo passa depressa, reclamamos sugerindo a ampliação do dia para 36 horas; se o tempo é vagaroso, lamentamos pela lerdeza do deus Cronos. Tudo, sem exceção, parece ser motivo para reclamar. Poderíamos continuar escrevendo uma página ou um livro inteiro elencando motivos de reclamação ou exemplos práticos de sua ocorrência.
Vamos fazer o contrário? Agradeçamos por tudo. Até pela dor que nos atinge profundamente. “Bendita a dor, ela é a grande sinfonia que acorda os corações humanos para a Vida Eterna”, já dizia meu pai e continua dizendo até hoje nos seus 80 anos, como informação colhida de fonte oral. Segundo Emmanuel, Guia Espiritual do cândido Chico Xavier, “a dor é um constante convite da vida, a fim de que aceitemos uma entrevista com Deus”.Quando tudo está bem, tendemos a nos esquecer do agradecimento. Mas, a misericórdia divina, reconhecendo nossas necessidades, oferece-nos a dor-expiação, a dor-evolução, a dor-auxílio2 para que, humildemente, nos coloquemos diante do Senhor da Vida e, em definitivo, consigamos nos libertar de nosso passado infeliz, acordando o homem renovado para o novo mundo de regeneração.Joanna de Ângelis, a psicóloga espiritual e guia do médium Divaldo Pereira Franco, alerta que a “reclamação é perda de tempo”. Realmente, quem reclama está perdendo a oportunidade de agradecer, de fazer algo útil na existência Aquele momento de reclamação não nos leva a resultado efetivo, então, poderia ser absolutamente dispensado sem que fizesse falta alguma.
Não estamos aqui cogitando da avaliação serena e necessária para determinadas situações, ocorrências e circunstâncias que vivenciamos, fruto da nossa iniciativa ou decorrente da ação de terceiros. É importante, sim, avaliarmos para melhorar o que for indispensável à caminhada evolutiva.
Agradecer nos torna felizes, pois aprendemos a enxergar novos horizontes. Os nossos olhos brilham mais, identificando-se com o belo, o bom, o útil. Agradeçamos pelo bem e pela oportunidade de melhoria, pela prova e pela expiação, pela bênção do trabalho e da libertação. Na vida, é recomendável aprendermos a agradecer mais e a reclamar menos. Fonte: http://tempoespirita.blogspot.com.br/2012/08/gratidao-tudo-depende-do-ponto-de-vista.html
Poema de Gratidão - Amélia Rodrigues (Divaldo Pereira Franco)
"Muito obrigado Senhor!
Muito obrigado pelo que me deste.
Muito obrigado pelo que me dás.
Obrigado pelo pão, pela vida, pelo ar, pela paz.
Muito obrigado pela beleza que os meus olhos vêem no altar da natureza.
Olhos que fitam o céu, a terra e o mar
Que acompanham a ave ligeira que corre fagueira pelo céu de anil
E se detém na terra verde, salpicada de flores em tonalidades mil.
Muito obrigado Senhor!
Porque eu posso ver meu amor.
Mas diante da minha visão
Eu detecto cegos guiando na escuridão
que tropeçam na multidão
que choram na solidão.
Por eles eu oro e a ti imploro comiseração
porque eu seique depois desta lida, na outra vida, eles também
enxergarão!
Muito obrigado Senhor!
Pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus.
Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro
A melodia do vento nos ramos do olmeiro
As lágrimas que vertem os olhos do mundo inteiro!
Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça a
cantar.
A melodia dos imortais, que se houve uma vez e ninguém a esquece nunca
mais!
A voz melodiosa, canora, melancólica do boiadeiro.
E a dor que geme e que chora no coração do mundo inteiro!
Pela minha alegria de ouvir, pelos surdos, eu te quero pedir
Porque eu sei
Que depois desta dor, no teu reino de amor, voltarão a sentir!
Obrigado pela minha voz
Mas também pela sua voz
Pela voz que canta
Que ama, que ensina, que alfabetiza,
Que trauteia uma canção
E que o Teu nome profere com sentida emoção!
Diante da minha melodia
Eu quero rogar pelos que sofrem de afazia.
Eles não cantam de noite, eles não falam de dia.
Oro por eles
Porque eu sei, que depois desta prova, na vida nova
Eles cantarão!
Obrigado Senhor!
Pelas minhas mãos
Mas também pelas mãos que aram
Que semeiam, que agasalham.
Mãos de ternura que libertam da amargura
Mãos que apertam mãos
De caridade, de solidariedade
Mãos dos adeuses
Que ficam feridas
Que enxugam lágrimas e dores sofridas!
Pelas mãos de sinfonias, de poesias, de cirurgias, de psicografias!
Pelas mãos que atendem a velhice
A dor
O desamor!
Pelas mãos que no seio embalam o corpo de um filho alheio sem receio!
E pelos pés que me levam a andar, sem reclamar!
Obrigado Senhor!
Porque me posso movimentar.
Diante do meu corpo perfeito
Eu te quero rogar
Porque eu vejo na Terra
Aleijados, amputados, decepados, paralisados, que se não podem
movimentar.
Eu oro por eles
Porque eu sei, que depois desta expiação
Na outra reencarnação
Eles também bailarão!
Obrigado por fim, pelo meu Lar.
É tão maravilhoso ter um lar!
Não é importante se este Lar é uma mansão, se é uma favela, uma tapera,
um ninho, um grabato de dor, um bangalô, uma casa do caminho ou seja lá o que
for.
Que dentro dele, exista a figura
do amor de mãe, ou de pai
De mulher ou de marido
De filho ou de irmão
A presença de um amigo
A companhia de um cão
Alguém que nos dê a mão!
Mas se eu a ninguém tiver para me amar
Nem um tecto para me agasalhar,
nem uma cama para me deitar
Nem aí reclamarei.
Pelo contrário, eu te direi
Obrigado Senhor!
Porque eu nasci!
Obrigado porque creio em ti
Pelo teu amor, obrigado senhor!"
Poema de Gratidão - Amélia Rodrigues (Divaldo Pereira Franco)
Em 31 de março de 1965, nasce o Centro Espírita Caminheiros do Amor, na Avenida Nenê Sabino, nº 535, no Bairro Santa Marta, em Uberaba-MG.
Nesta época, esta região era considerada periferia da cidade. Nossa casa era apenas um salão dividindo com uma cortina a câmara de passes e alguns bancos onde as pessoas assentavam-se para assistir palestras. Não havia água e nem energia elétrica. A água era cedida por Dona Paulina, uma das poucas vizinhas do Centro, hoje já desencarnada. A luz era de lampião e lamparina e ficava sob a responsabilidade do Sr. Zônimo (Tio Nenê). Não havia asfalto e nenhuma infra-estrutura. A única construção na parte externa era uma fossa, do lado direito da casa, e um barraco aos fundos.
O grupo de frequentadores e colaboradores era pequeno. Citaremos alguns deles, que deram início a esta casa, para que não se percam na memória:Desencarnados:v Sr. José de Paula;v Sr. Ramiro;v D. Albertina;v D. Maria Adelaide;v Sr. Antenor e D. Lurdes;v Sr. Zuza e D. Rosa;v Sr. Vicente e D. Nenzinha;v Dr. Odilon Fernandes;v D. Júlia Coelhov Sr. Ilvor Nunes Borges.Encarnados (que continuam ajudando nossa casa):v Sr. Zônimo (Tio Nenê);v D. Maria Maia;v D. Abigail;v Cassiana (Nega)
A primeira diretoria do CECA foi composta por:* Nelson Teixeira (Presidente);* Lezina Cândida (Vice-Presidente);* Iolanda Néri (Secretária);* José Alves (Tesoureiro).De todos eles, apenas o Sr. Nelson (agora Doutor), continua reencarnado, residindo atualmente em Uberlândia-MG e, lá trabalha em Centro Espírita junto ao espírito do Dr. Hans.De 1986 até 2009, muita coisa aconteceu nesta casa e cresceu bastante o número de frequentadores. Citaremos alguns fatos que marcaram este período:Por volta de 1978, devido a uma grande tempestade, parte da casa desmoronou, mas foi reconstruída graças ao trabalho dos amigos já citados juntos a outros que chegaram como: Manuel e Joana, Isolina e outros.Viemos freqüentar esta casa, como a maioria, pela dor. Na época não havia distribuição de sopa. Construímos a cozinha e a área e começamos sua distribuição em 1983. Também, iniciamos, neste ano, a Campanha do Natal.
Os presidentes do CECA foram:* Nelson Teixeira (1965-1969);* José Alves (1970-1972);* Lezina Cândida (1973-1988);* Isolina Alves (1989-2002);* Luiz Ernesto Peres (2002-2009).
Sem nenhuma pretensão literária este foi apenas um resumo da história desta casa maravilhosa. Lembramos que suas tarefas, seus estudos e toda a sua trajetória sempre foram baseados nos preceitos kardequianos e nas lições do mestre Jesus.Hoje contamos com, aproximadamente, 40 médiuns e colaboradores e cerca de 200 frequentadores, distribuídos nas várias tarefas da casa.
É importante ressaltar o empenho de cinco pessoas, em especial, pois, sem elas, hoje não existiria o nosso querido CECA: O Sr. Nelson Teixeira da Cunha, na época militar e residente em Uberaba iniciou a construção do CECA junto à D. Lezina Cândida da Silva, José Alves da Silva, Iolanda Gonzaga Néri e Odilon Fernandes, sendo este o doador do terreno e de boa parte do material para construção. Temos informações que Dr. Odilon frequentou e participou de algumas tarefas da casa.
DIRETORIA ATUAL: PRESIDENTE:LUIZ ERNESTO PERES VICE-PRESIDENTE:ANA PAULA COELHO JARDIM TESOUREIRO:ARIF DE PAULA BOTELHO SECRETÁRIA:MAÍRA VEIGA CIARDULO PERES